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Instalação Parede II

Expo Parede – 2 º Poster Arte Brasil – Centro Cultural da Justiça Federal / 2010 – curadoria Marco Antonio Teobaldo e Denne.   O projeto apresentado para essa exposição foi de captar o som da Rua Rio Branco no Rio de Janeiro e levar para dentro da galeria. Com isso instalado um microfone captador na parte externa do CCJF e com duas caixas dentro da galeria transmitindo o som ao vivo, criando um ambiente de rua dentro da galeria. Projeto:    

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Intervenção Sérgio Porto

Colagem Coletiva , Muro do Sérgio Porto, 05/01/2011, Anita Sobar, Bosco, Bedeschi, Bruno Big, Contente, Denne Projeto [cdr], Elvis Almeida, Fernanda Dutra, Homem Árvore, Injah, Kjá, Jane Herkenhoff, Julio Ferreti, Leo venon, Lui, Luiza Cascon, Mariana Moysés, MGA, Pedro Sanchez, Rafo Castro, Treze Numa Noite, Wilbor, Flávio Lazarino.        

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Objeto ZN´s

  O objeto de arte apresentado se dividia em 3 módulos multimída. ZN_###_0.1_subindo; ZN_###_0.2_transitando; ZN_###_0.3_rezando.   Cada módulo é feito de madeira, prego, parafuso, circuitos, lambe-lambe, propagandas ilegais e sons recolhidos em diferentes localidades do Rio de Janeiro. Zonas rurais, urbanas e suburbanas. Cada escultura é um passeio áudio-visual do ser suburbano.   As esculturas ZN’s fazem parte do estudo sócio-ambiental do low tech e arquitetura do “lixo”: produtos eletrônicos “xing ling”, madeira reutilizada, restos, sobras e construção de gambiarras. O trabalho vislumbra a estrutura social urbana nos subúrbios cariocas: forma, construção e poesia. E é a representação plástica das novas possibilidades perecíveis do novo mundo.   Objeto ZN´s está exposto no Brazilian Street Art, Galeria de arte Espace_L em Genebra, Suíça / 2012.   Sons objetos:     Exposição Brazilian Street Art, Galeria de arte Espace_L em Genebra, Suíça / 2012:   O espace_L é um lugar dedicado à […]

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Exposição Museu da República

Escultura sonora talhada em madeira, grama viva e auto falantes internos que reproduziam o som de shapes batendo (madeira de skate em uso) envolvia todo o ambiente da galeria, no Museu da República. “A madeira não perde sua essência  mesmo como objeto”. Essa era a função da obra, que trazia essa estética transitória do bruto para o objeto/produto skate, com o som de estalos e choques que ocorrem quando são feitas as manobras do skate intercalavam com o da madeira serrada, queimada e quebrada, o som de uso são os mesmos, não existe diferença, pois a matéria não mudou e apenas a forma que diferencia o objeto. A obra de arte fez parte da exposição REPÚBLICA DO SKATE, Subversão do Uso.